Domingo, Janeiro 30, 2005


Sogno (23 de novembro de 1999)

E aos teus sonhos vou de encontro
Ser um sonho teu em mim
Percorrendo a vida que passa por nos
E chegando ao destino do teu amor
Que me aconchega e me faz descansar
Das noites que longe estou, pois sou teu
Somente teu
Anjos passeiam ao nosso encontro
Trazem noticias dos céus, meus e teus pensamentos
Comumente tão sonhados, e ao passo que sonhamos, realizamos
Os grãos de vida que plantamos no chão de nosso passado
Que se encontra para nossa realização em união
presente de deus
que veio dos céus ate nos em forma de canto
lirismo poético que me faz declamar, minha vida
e juntos ate o portal do céu iremos
e junto cantaremos
a todos o nosso
amor


"Ah! estes poemas menino!
apaga a luz e vai dormir!"

Da minha mesa de poesia
e olha que dela saem alguma rimas
(Riso coloquial)
criando ao som de Ray
tento acertar
"Here We go again"

No principio
Deus fez a Luz
para escrevermos poesia
pela madrugada
Grande sacada
Deus é divinal
sabia os bons bocados
que passaria neste computador pessoal

Enquanto escrevia, o sinhô barbado
do outro lado la rua ouvia
sorrindo o tempo no rosto
sabia a alma ler

Ganhei o dia
pois vi a alegria
em prece naquele ser
entendi quem é Deus!

Assim
com coração respladecendo Luz
Lembrei-me de ti Oh! my Lord!
criou céu, terra e mar
um mundo de gente
sorrindo, chorando
vivendo
querendo
ver a alma
cantar!


Silêncio que navega
O remanso esplandeceste
Fazendo minha alma gritar
No vazio eloqüente

Aprisionado esta o coração
No calabouço desterro
Pregado as paredes
Olhando os prados pela janela
Minha solidão sem esmero



As palavras são minha única força
Que jovial ao norte alcança
Vejo eles festejando o dia de Shiva!
Rezando aos mortos
O meu dia não chegou
Minhas palavras não cessaram
Pois aqui ainda aspiro vida!
Irradio aos meridianos
O que os insanos desaprovam!

Vida! Que meus prantos seca
Terra e céu são seus devotos
E por meus átrios te louvando
Querendo-te
Hei de cultivar
Pois amando o seu dia
Faria mais da vida
Minha alma viveria
Com palavras
poesias
para que o mundo um dia
aprenda estas lições

Vida por ti vida
Passo que alcança
Sonho que aspiras
em vã sapiência
apenas olhe para o mundo
e sorria!


Sexta-feira, Janeiro 28, 2005


Preso em pensamentos
brigando com o principado
quebro o silêncio
Eu sou quem fomenta
a eloquencia
de trazer a infância
cantada em roda
Projeto o som do cimento
desta selva sem escrúpulos
totalmente desigual e mútavel
em pessoas que deixam suas casas
a procura de diversão

Faço de minhas risadas
a proposta de sua conversão
bastariamos amar
sonhar e encher-nos
de utopias
Pois o que é real ?
o que sentes em pele?
Então sou real!
O virtual é real
o poeta que sussura por vida
a esquina escura que trepida
Real são o que os olhos podem ver?
Real é o paladar?

Realidade é o segundo de sanidade
o que pode sua massa processar
pois sinto seu pulso daqui
e sei o que estas a pensar

Não me vejo no escuro!


Quinta-feira, Janeiro 27, 2005


O amor cumpre e supre
Da teu amor o maximo que podes
pois um sorriso , mesmo que de canto, faz tudo superar

Nesta tristeza que vejo em seus olhos
neste momento que dificultas a felicidade
dos que tens ao seu lado
estende a mão , abre mais ainda sua guarda
faz da prece o coração
da boca sua alma cantará!


Andei pelo mundo seguindo o noturno das canções
perdido em passos
procurando seu sorriso
procurando o pedaço de minha alma que roubastes

de bom grado
trago este sonho
que em primórdios
conquistado de teus principados
onde me fizeste feliz

Dá me o Graal
de minha salvação
nada mais peço pois deste
regresso buscando explicações
achei razões pra te querer mais

Pois aqui tão longe
nada mais faz sentido
que me dirás do frio do leste
quem serás o meu destino

quem és tu Dama de meus sonhos
que em riso sumo resume o vinculo
trazendo a luz da vida
escrevendo o seu momento
rindo do que temes

Quem és tu Dama da noite
que pela corte passa
arrastando do amago
o grito de amor


Quem és tu Dama da noite
deixe açoitar os que perto de ti chegarem
quem descobres seu semblante
por mais forte, implora pos seu sorriso
arrebata
mata

tenho seu corpo
que arde unissono
tenho seu paladar
seu falar
ouco a tropa tocando a trombeta
hoje tens festa ao seu nome
hoje saberei quem és!


Quarta-feira, Janeiro 26, 2005


Minhas mãos cansadas
digitam meu sofrer
nada mais resulta
pois o princípio de mim
será lançado a cova dos leões
Sou Dhaniel e desde que nasci
aprendi o coletivo do amor!



Que o futuro espera do meu pesar
quantas estrelas cairão do meu céu
quem faz de força a expressão
que pesado coração
carrega o fardo de buscar

A lua me convida à rua
caminhar a sua sombra
crepusculo infinito
vendo minha própria imagem
nas poças limpidas de agua
resumindo meu salto
ao infinito

Minha sanidade é ser indigno
por sofrer rasgo as palavras
por escrever lavo minha alma
e por ser utopia
mostro essa alegria
mesmo quando não tenho
pois venero a noite
pois aqui sou imortal
poeta do papel digital
embaixador da palavra
que prostado ao altar do mundo
és apenas um pobre mortal!


Que beijo poderia matar um poeta
inquieto líbido discreto
que consome a saliva
apresentando o paladar
a gosto de sua sina



Essa boca molhada
que pela madrugada me chama
tento escapar mas você clama
encontrar-te por entre a escuridão

Entregar-te minha oferta de calar
minha voz e sentir você por entre os braços
meu cansaço venço ao passo que penso
tenho você só pra mim nesta noite

e aqui dormindo
sonhando e sorrido
vivendo o descompasso
impreciso de seus olhares

fecho meus olhos
te abraço meu mundo
cada segundo de seus lábios
eternizam meus momentos
de felicidade nesta terra
nesta cidade
aqui!

O beijo não mata o poeta
cala sua boca
fala sua alma
rima chama e clama
por ti eternizando
seu beijo
no passado!





Terça-feira, Janeiro 25, 2005



O brilho do olhar
o sinal de amar
o cantar, solucar
embalar a cantiga
castigar a intriga
enrolar em seus cabelos
abraçar o mundo inteiro
ser mais que feliz!

onde nasce o mar
onde meus pensamentos voam ao entardecer
onde o mundo clama por paz
onde trazes consigo a morte do pecado

o que tens escondido neste sorriso
que me falta o ar de olhar para você

és como MEL para minha boca
és castigo por sua ausência
sou um eloquente pedindo perdão
sou um ladrão noturno
refugiado e procurado por todos
os que não sentem amor
e não usam o perdão!


Dá me a escritura desta tua casa
mostra-me o caminho de sua felicidade
quero estar sentado a sua sala
quero manifestar minha saudade
Mulher de maravilhas
delicias indecifráveis aos olhos humanos

Não sou um Homem de moral, sou um amante da lua, um boêmio
triunfal, profano as vezes, mas pra mim pareço normal, faço de
meus pés o meu caminho e findo em sorrisos ao mundo meus amigos,
eu sou do mundo e o segundo de seus lábios poderia ser eterno
como esse retrato que vejo, guardando esse desejo intimo de te
ter ao meu lado!

quero e como quero, possuir-te por inteiro, seu libido todo,
cada gota de suor, cada palavra quieta que sai de seu paladar,
poderia eu matar sua carência pois sinto que minha imoralidade
me faz assim

entregando seu corpo
deixou seu sentimento de amor
tocar o céu
Eu te amo , tbem ele dizia
gritava ao léu
após consumo de carne
almas unidas
dormiram e amanheceram nús
como se renascer das cinzas
fenix de luz!!!!


Se continuar andando
com essa prosa relapsa
de opçoes sem sentido
faço minhas malas e sumo em um livro

Taco fogo no mundo
jogo tinta preta no papel
não verás minha ingratidão
nem minha história
não teras minhas memórias
verás a morte do poeta da torre de Babel

e assim depois te explodir tudo
começarei meu reinado longinquo
com o primeiro raiar do dia
fazer o poeta renascer das cinzas

Pois ele é imortal
sua alma tem sede própria
e seus contos invencíveis
o que aprazado foi por quem o criou
Eternamente atormentado e escrever
frases a quem um dia o amou!


A liberdade finda no desconhecido
passaros são livres
eu
estranho no ninho

Sentinelas deste calabouço
não me deixam respirar
eu
como passaro preso morrendo
sozinho em seus desejos



Basta calar-me para pressentir
que a glória de viver nome não esta no cantar
escrevo meu canto seco e profano
aos que passam e seguem seu caminho
vendo sua alma a clamar

isso difere
passaros e poetas
no seu modo de vestir
no seu modo se sentir
no modo de amar

passaros são livres para voar sonhando!
poetas são livres para sonhar voar!

Segunda-feira, Janeiro 24, 2005








Palavras bem quistas
venham de todos lugares
tragam alento
arrebatam a messe
os verbos que formo
Traço o amor
escrito em papel
traduzidos por minha alma
minha forma de mostrar-te
que a vida é mais linda
simples e sucinta
como respiração

não choraria por ti senão fosse por sentimentos
nao deixaria o prenuncio de tua vinda
prenda minha
nascente divinal

e assim
soprando as palavras
levando ao coração
quem será que não sentirá
uma brisa de palavras
unidas e fortes
formando em suas mentes
a frase
Desse vento trago somente o AMOR!
 


O deserto é um bom lugar pra se sentar
e indagando o triunfo dos antepassados
buscar os que do âmago de seu coração almadiçoa
e trazer a tona
todos os males que te espantam
pois o deserto é o lugar certo
o seu deserto, o seu abismo
o seu retrato mais audácioso
as suas malditas palavras
no deserto você pode clamar
nada mais atroz
mada mais feroz






E quando fechares a porta
apagares a luz
amanheceras puro
misericordioso
cheirando a mirra
assassinastes seu lado ruim
para renascer pra vida



Não guardes no escuro de ti
nunca nenhum presente
pois a ausencia de trazer-te a tona
lhe fará amargar novamente
no deserto que é seu lugar!


Sua alma clama pela madrugada
Oh! Dama de meus sentidos
sou um menino nesta ciranda
marco os passos para sua chegada
Te Quero mais que tudo
sobre meu corpo se faz noite
sobre o seu olhar faço
de meus votos de vida
senhora de meus preceitos
meus sonhos por um talento
assim ja diziam os que temiam
os que por ti se apaixonaram
tenho certeza que minha alma
sobre sua face
anda sorrateira
vendo essa menina faceira
fazer enfeitiçar
Te quero senhora noite
te quero enveredar!


Domingo, Janeiro 23, 2005


Deixei meus sapatos do lado de fora
ontem fui a forra e dancei a noite inteira
beijei a noite
sorrindo ao som estridente
minha alma tangia
seu olhar descompassado
Ao menor sinal o poeta sente heresia
de forma majestral abisma
o que outrora deixou renascer
e em brado que letal
alcançar o impeto
implorando por seu gosto
meu esboço seria tentar descrever-te
sinto ausência
quero sua boca
meu bem querer!


Quinta-feira, Janeiro 20, 2005


Encontrei meus amigos
ontem pela madrugada
conversamos e discutimos
dando risada do presente
marcados pela nostálgia do passado
embevecidos pelas lembranças
marcados pelo tempo
dos caminhos trilhados
ontem me vi no espelho!



Venham meus amigos
todos são benvindos
conselhos, risos e prosas
cada um com sua faculdade
cada um com seus filhos
crescemos e não somos mais meninos
somos senhores de nossas emoções
e cantando lá pelas tantas
as canções antigas aos ouvidos novos
fazendo serestas
no pé da sacada de nossas amadas
seremos amigos até o fim!

Quarta-feira, Janeiro 19, 2005


Os tolos não sabem cantar
amam atropelado
dançam descompassado
ignoram a gramatica
não fazem sonhar
perderam as utopias
venderam as alegrias
não proclamam mais o verbo amar!


Se neste mundo de tolos
sonhar não é preciso
ignoro pois sou louco
faço meus versos de improviso
amo até os malquistos
que é pra poder contariar



e assim escondido neste quarto
vejo chegar cada dia mais
um louco varrido
que o mundo esqueceu por natureza
mas que a literatura enraizada em seus atrios
o faz simplesmente pensar
junte-se a mim
vamos ensinar os tolos
a serem louco
lindos loucos por ti
vida!

Terça-feira, Janeiro 18, 2005


Deste esta liberdade
esta mesmo a da saudade
de sonhar os teus sonhos
de ser mais que eu mesmo
em palavras e pensamentos
confuso em meus momentos
esperando você voltar


Faz de mim carência
da utopia que construimos
pois com sua alma
montei meu céu
montei meu reino
batendo no peito por ti
varri do mundo o mal

Ilusão majestral dos mágicos boçais


aprendi contigo
sofri comigo
Me fiz Verdade
me fiz Saudade
me fiz Amor!


Quero do desejo que me queres
mas o que será da minha aurora
o presságio de esquecimento
fico aqui a luz da ribalta
lendo meus manuscritos
poemas miúdos e suscintos
que brilham pela madrugada
nas casas dos meus convidados
E inspirado por este passado
Faço dessas palavras
moldura e retrato
cantigas de roda
de minhas emoções



Segunda-feira, Janeiro 17, 2005


Quero por desejo
em seu paladar
sentir seu beijo
e em desagravo aos meus preceitos
tornar-me impio por roubar-te dos lábios
o seu extase
Dona que as camélias cultiva
nos campos que colherei
seu sabor!


Vivemos em um carrosel
onde o amor e o féu
são principados únicos
desejo teus sorrisos a meus olhos
em forma de sonhos
busco teu rosto
como anjo no céu

Sexta-feira, Janeiro 14, 2005



posso eu decidir o futuro do mundo
posso decidir o futuro do meu mundo
posso decidir tomar um copo de agua
dificil decidir

Um beijoooooo na boca
um abraco bem forte
e com sorte um dia nos veremos
o resto é poesia
minha alegria e rebento
o dia do poeta vivo!
sexta feira!


Minha inocência de anjo
faz-me acreditar em tal verso
e de tal modo perplexo
rimo o rumo dos meus passos

hoje as palavras não vem
sinto que o sentido desfalece
chamo por todos anjos amigos
porque será que as vezes as rimas padecem



As vezes sinto que o frio do vento
e faço do som do mar o tormento
ao contrario que se pensa
o poeta sofre por palavras
quando a Mão para
quando lhe falta a notícia

Vou desconcertando e imaturo rimando
o tempo e o vento
o som e a vida
fora de sintonia

escrever sem alma deixa-me opaco


Quarta-feira, Janeiro 12, 2005


Tenho tudo que quero
abraço tudo que amo
escrevo suscinto sincero em extase
renascido perguntando ao mundo
quem será que acredita neste poeta
quem será que me conhece inteiramente
acoitando a gramática em busca de uma preçe
que pareça poesia para messe



Em minhas mãos
minha sina
tenho esse fardo
o fardo de escrever eternamente
rimando ou rindo da rima
faco-me feliz por este tormento
desacredito mas escrevo
póstumo em minhas memórias
sigo contando minha história
memórias
amor!



Terça-feira, Janeiro 11, 2005


Os bons de coração sabem quando irradiar o amor
deixar emanar do fundo dos atrios o carinho e oferecer
aos bem quistos que tambem proverão seu alimento aos outros

Assim caminhamos, ajudados por Deus e ajudando o próximo da fila, aquele com sorriso estampado na face, faz lembrar da sua infância, quando corrias livre pelas ruas, deixando o vento bater, sentindo que escrevias no livro da vida suas páginas, seus encontros e desencontros.

Viver não tem sentido, se não compartilhar.
Amar não se faz compreendido, sem conquistar
Voar mesmo que sonhando te faz mais leve
e beijar , beijar e beijar !

Sejas livre e vá ao topo do mundo!


A cada jornada finda e prospera
o que outrora esquecemos
ser dia e noite
em aurora e madrugada
aflorando alvorada nos principados

quero ser seu sorriso, me permita libertar
os anseios que outrossim seriam responsáveis
por vitórias e guarnecido de esperanças
florescam em meu peito a vontade de te querer
e me faça
levar-te aos campos de lírios
e aos delírios de sentir seu corpo
louvai aos seus predicados
pois me destes a Dádiva mais linda
o dom de viver.

Segunda-feira, Janeiro 10, 2005


Não seria a poesia triunfal
a tal ponto de vencer o bem e o mal
quem são esses homens
que da trágica comédia fazem do mundo
uma torre de babel



Trago mais uma vez uma rosa a humanidade
um traço de saudade da saudosa maloca
aquela que vivia o feliz joca
mundo mundo meu
tão pequeno mas sereno nos pensamentos
faça-se expandir em auroras
e de tal maneira que outrora


faça me lembrar do passado dos meus pais
contagia-me com teu principado
e por onde passar meu amigo tempo
com seu sorriso voe como vento
pois o mundo precisas de ti
para ser o centro de lembrar
e a lembrança faz nos sonhar
e sonhando faz o mundo o prenuncio
de vida de simplismente
amar!


Busco seu rosto
busco inquietar minha alma
minha insanidade é meu tormento
um sentimento que flora como aurora
e ensinas a caminhar sobre o janeiro
meus lábios sabem o que é seu gosto
Dá-me de comer pois de seus lábios
tenho o maná de Deus
acolho o que tens de melhor
e desbravo seus olhos
em uma busca de conhecimento
de ser o seu momento
de ser simplesmente mortal


Quinta-feira, Janeiro 06, 2005


De quem são esses olhos
Oh! Intrepida trupe
São meu ínicio,minha partida
reencontros e por voces
eu busco o mundo!

Nostálgico e alegre
me faço lembrar do meu tempo de menino
muleke levado e sorrindo
cuidando da pequena Juliana
e sendo cuidade por José e Maria
alegre em prece faço do brado de Ti Familia
minha fé é o encontro nossos percursos em terra
Pois Deus nos fez unidos
assim!



Não deveras nunca deixar que a chama do amor se apague
sabes que esse poder tens guardado a sete chaves
a liturgia do amor!

Ao encontrar meus propósitos guardados em baús
sentei-me aconchegado a minhas dores para compartilhar
Nada deverá ser como antes, pois hoje sei que teu sorriso
teu sinal de felicidade
mesmo distante
me faz escrever-te e envolvido
sangro o peito de saudades ao falar do passado
Encontraste no fundo de seu coração aquela palavra que não cansa a pronuncia
amor,amor,amor,amor.amor.amor!

e Como combinado
te trago a terra novamente
renovada e reluzindo ouro!


Acho que trouxe a tona este sentimento e sabes disso
pois deste baú precioso tenho o que preciso
a lembrança de um passado
que o presente és meu presente
e eu para ti
sempre seu amado!

Quarta-feira, Janeiro 05, 2005


Onde estas tú noite
que daqui sentado fico a te esperar
aonde estas minha acolhida, minha escolhida
pra que hoje se faça amar!
percebo que o pranto me torna santo
que o poeta renasce
que a prosa passa


que o mundo acorda em acordes do seresteiro
que por suas mãos fazem poemas cantar!
Minha prece por tua vinda noite querida
aquece esse coração que não sabe mais o que fazer
queria poder te esquecer pelo menos um dia
mas como o sol é para o dia
eu sou pra ti noite
sou aquele dos olhos carentes
esperando seus afagos
seu sorriso e amparo
noite sou lua pra ti, amante eterno em versos
das nuvens serafins
lagrimas de espera
de ti!

Terça-feira, Janeiro 04, 2005


Dá-me suas mão, me concedes a valsa
que o encanto de seus olhos me faz prostar aos seus pés
Deixe este sorriso de seus lábios falarem por si só!
Nada mais importa, não sou mais eu e sim um pobre
mortal que deixou seu coração ser furtado por tua alma, que voa como o vento, ah! meu centro é tú!
Dança, dança comigo meis uma vez, deixe me sentir envolvido por seu bailar,
deixe eu conduzir-te pelo salão e plácito prometemos nos amar eternamente!
És o triunfo do poeta, pois de tua alma colho as palavras que preciso pra montar o nosso mundo
segundo que reluz em seu semblante o de mais importante és pra mim, sol da minha vida!


Domingo, Janeiro 02, 2005



deixo meus olhares por entre a noite
deixo minhas vestes aos seus altares
e despido entrego minha alma
desnuda e sortida
de versos pra ti!
vem! Desce do céu
o Dádiva impiedosa
que a luz vejo do alto
recebe minha reza
que anjo prostado
aqui estou
sob seu mandato!


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